Faltam 24 horas para festejar o primeiro aniversário do meu Santiago. O pai chega de Itália ás 15 horas e eu tento concentrar-me nos relatórios, projectos e propostas que tenho para terminar mas confesso que está a ser difícil...
12 meses de ti...sinto que desde que nasceste a minha vida ganhou um sentido. Parece que a minha vida antes de ti quase se eclipsou e ficou apenas breves flashes do que fui e do que fiz. Parece um cliché mas os filhos dão cor a nossa vida que antes parecia sépia.É claro que o que somos é reflexo de uma vivência e de experiências que nos transformam e nos moldam, mas sei que sou "melhor" hoje do que antes do teu nascimento. Os filhos tornam-nos mais tolerantes, mais perspicazes e mais simplistas. Aprendemos a relativizar as situações e a filtrar o que é realmente importante. Enfim são tipo passador...o que é "fino" passa o que entope de tão grosseiro, fica retido.
Amanhã serei certamente das pessoas mais felizes...e estarei a festejar juntamente com todos aqueles que estão sempre ali...
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Os dentes...
Duas noites mal dormidas, febre e diarreia e dois dentes a darem trabalho. Um já nasceu e o outro está a dar um ar da sua graça. É claro que graça tem muito pouca até porque ele anda mais apático e menos disponível para a brincadeira...pudera.
Eu dou-lhe ainda mais mimo e tento dizer-lhe para "ter paciência" ... que vai passar.
Vejo-o a crescer de dia para dia, cada dia uma nova descoberta, uma nova graça e dou por mim a relembrar que amanhã fará um ano....um ano. E as memórias do que passamos neste último ano esvaem-se como a areia entre os dedos.
Como o tempo se torna tão relativo...12 meses de felicidade...que eu desejo perpetuar por muitos mais.
Eu dou-lhe ainda mais mimo e tento dizer-lhe para "ter paciência" ... que vai passar.
Vejo-o a crescer de dia para dia, cada dia uma nova descoberta, uma nova graça e dou por mim a relembrar que amanhã fará um ano....um ano. E as memórias do que passamos neste último ano esvaem-se como a areia entre os dedos.
Como o tempo se torna tão relativo...12 meses de felicidade...que eu desejo perpetuar por muitos mais.
Ainda as abelhas...
Resolvemos cortar o mal pela raiz...tapámos a lareira de forma a que as abelhas não possam entrar. Inestético mas eficaz,pelo menos até vir o tempo frio e a vontade de acendera dita cuja vai ficar assim. Até porque o miúdo não reteve na sua memória a dor da picada e continuava a achar piada andar atrás das abelhitas.
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
As visitas indesejáveis...
Há tempos uma "família" de abelhas resolveu fazer a sua casa na chaminé da lareira da sala da casa dos meus pais e desde essa altura entram pela sala dezenas de abelhas todo o santo dia. Já chamamos um apicultor para remover as nossas visitas mas parece não resultar nem qualquer outra tentativa. E eu apesar da minha filosofia de "não vilência" que se recusa a matar qualquer ser vivo, dou por mim de mata moscas em punho a tentar fazer com que elas saiam "amigavelmente", levando-as por vezes à morte. Principalmente por causa dos miúdos. E pos falar em miúdos, esta semana o Santiago,num segundo de distracção do avó, agarrou uma abelha que todos julgavam falecida ao que ela numa atitude de vingança fez o que lhe competia e "ferrou" o dedo do piqueno. Um pranto desgraçado no petiz e um pânico instalado nos avós. Depois de retirado o ferrão e colocado o spray do Aloes Vera (por sinal, milagroso) o miúdo lá andava de gatas novamente como se nada se tivesse passado. Os avós não se livraram do susto e de passarem a tarde a verificar se havia sinais de potencial alergia. À noite começou a ficar com o dedo inchado e depois de indicações do pediatra colocamos gelo diversas vezes ao dia. As visitas continuam lá e nós de olho bem aberto não vá ele não ter memória da dor.
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
A festa
O bolo já está encomendado.
A máquina da imperial já está reservada e o leitão é hoje. O jardim já começou a ser arranjado par receber 50 pessoas cheias de boa disposição para festejar o primeiro aniversário do Santiago. O pai já têm o bilhete de avião e conta os dias que faltam para o dia 30. E eu estou cheia de expectativa, ansiosa para que tudo saia perfeito. Mas MUITO FELIZ.

A máquina da imperial já está reservada e o leitão é hoje. O jardim já começou a ser arranjado par receber 50 pessoas cheias de boa disposição para festejar o primeiro aniversário do Santiago. O pai já têm o bilhete de avião e conta os dias que faltam para o dia 30. E eu estou cheia de expectativa, ansiosa para que tudo saia perfeito. Mas MUITO FELIZ.
De férias ...
As minhas férias ainda vão ter que esperar, serão tiradas no final do ano quando o Alexandre também regressa para uns merecidos dias de descanso. Até lá vamos aproveitando os fins de semana para muita brincadeira e mimo à mistura.
A Carolina está de férias com a mãe e eu estou cheia de saudades. Eu fico contente quando vai pois para ela é importantíssimo manter-se o elo de ligação à mãe mas confesso que outra parte de mim queria que ficasse sempre connosco. Tenho falado com ela todos os dias e às vezes quando ligo à hora de almoço diz-me "logo à noite podes ligar-me? " Fico derretida. Conta-me que brinca com as cabras e com o cão, um caniche que o avó lhe comprou (mas para ficar lá, que aqui já não temos condições)e que faz a cama sozinha. Parece que cresceu tanto e mesmo a falar usa termos diferentes. Pergunto-lhe quando regressa e diz-me "ainda falta muitos dias, tens que esperar" como que adivinhar a minha ansiedade. Disse-lhe que tinha que vir para a festa do Santiago que precisava da ajuda dela para pôr as mesas e respondeu-me muito solícita que ia dizer a mãe para ir logo de manhã muito cedo. Fico a desejar que estes dias passem depressa só para abraçar aqueles braços que me enchem o coração.
A Carolina está de férias com a mãe e eu estou cheia de saudades. Eu fico contente quando vai pois para ela é importantíssimo manter-se o elo de ligação à mãe mas confesso que outra parte de mim queria que ficasse sempre connosco. Tenho falado com ela todos os dias e às vezes quando ligo à hora de almoço diz-me "logo à noite podes ligar-me? " Fico derretida. Conta-me que brinca com as cabras e com o cão, um caniche que o avó lhe comprou (mas para ficar lá, que aqui já não temos condições)e que faz a cama sozinha. Parece que cresceu tanto e mesmo a falar usa termos diferentes. Pergunto-lhe quando regressa e diz-me "ainda falta muitos dias, tens que esperar" como que adivinhar a minha ansiedade. Disse-lhe que tinha que vir para a festa do Santiago que precisava da ajuda dela para pôr as mesas e respondeu-me muito solícita que ia dizer a mãe para ir logo de manhã muito cedo. Fico a desejar que estes dias passem depressa só para abraçar aqueles braços que me enchem o coração.
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Agosto...
O mês de Agosto têm para mim um sabor especial, dividido entre o doce e o amargo.
Durante muitos anos vivi neste mês os melhores momentos de sempre, férias grandes partilhadas com a minha prima e melhor amiga ... Rita.
Se estivesse entre nós faria hoje 33 anos, e estaríamos concerteza juntas a comemorar algures este dia.
Quis o destino que fosse em Agosto que nos deixasse, e fosse para outras paragens espalhar aquela alegria esfuziante e que não deixava ninguém indiferente. Onde ela se encontrava os sorrisos apareciam no rosto de todos, tal era o seu sentido de humor. Nunca lhe ouvi um queixume,um desabafo negativo. Toda ela era vida, um autêntico circo ambulante.
Curiosamente foi em Agosto que vivi o dia mais feliz com o nascimento do meu filho. E eu sei, que onde estiver está a assistir a cada dia nosso, na fila da frente a bater palmas a cada acto, a cada sorriso, a cada momento como um anjo que nos guarda e ampara. E por tudo isso eu hoje presto-lhe essa homenagem, de a recordar sempre com um sorriso mesmo quando as lágrimas teimam em cair...porque a saudade..essa ... é uma porta sempre aberta.
Durante muitos anos vivi neste mês os melhores momentos de sempre, férias grandes partilhadas com a minha prima e melhor amiga ... Rita.
Se estivesse entre nós faria hoje 33 anos, e estaríamos concerteza juntas a comemorar algures este dia.
Quis o destino que fosse em Agosto que nos deixasse, e fosse para outras paragens espalhar aquela alegria esfuziante e que não deixava ninguém indiferente. Onde ela se encontrava os sorrisos apareciam no rosto de todos, tal era o seu sentido de humor. Nunca lhe ouvi um queixume,um desabafo negativo. Toda ela era vida, um autêntico circo ambulante.
Curiosamente foi em Agosto que vivi o dia mais feliz com o nascimento do meu filho. E eu sei, que onde estiver está a assistir a cada dia nosso, na fila da frente a bater palmas a cada acto, a cada sorriso, a cada momento como um anjo que nos guarda e ampara. E por tudo isso eu hoje presto-lhe essa homenagem, de a recordar sempre com um sorriso mesmo quando as lágrimas teimam em cair...porque a saudade..essa ... é uma porta sempre aberta.
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
"Paciência"
"Será que é tempo que me falta para perceber,
Será que temos esse tempo a perder.
E quem quer saber,
A vida é tão rara (tão rara)..."
Na sexta-feira comecei o dia de trabalho com uma triste notícia... o falecimento e um colega de trabalho devido a acidente de viação.
Confesso que lido mal com a morte, ainda para mais se tratando de um jovem de 28 anos em início de vida, a construir sonhos e a desbravar um caminho.
Nenhuma mãe devia passar pela dor de perder um filho...nenhuma.
E a dor e desespero estampados nos olhos daquela mãe, não há palavras para descrever.
A lei da vida devia seguir a ordem natural do tempo, custa-me a aceitar esta "justiça" que fustiga assim sem avisar.
Nunca nos lembramos que o tempo é finito...
Resta-nos viver intensamente, não desperdiçando o precioso tempo com pormenores que nos desanimam e nos corroem a felicidade. Retirar do dia que passa, todos os bons momentos, cheirar o dia e apenas recordar os bons odores, sentir o pulsar que cada instante com tamanha alegria, que quando o fim do dia chega temos a sensação da plenitude.
E no fim...chorar os que partem com saudade e lembrar com alguém disse..."Ninguém morre quando permanece nos corações dos que cá ficam"
Será que temos esse tempo a perder.
E quem quer saber,
A vida é tão rara (tão rara)..."
Na sexta-feira comecei o dia de trabalho com uma triste notícia... o falecimento e um colega de trabalho devido a acidente de viação.
Confesso que lido mal com a morte, ainda para mais se tratando de um jovem de 28 anos em início de vida, a construir sonhos e a desbravar um caminho.
Nenhuma mãe devia passar pela dor de perder um filho...nenhuma.
E a dor e desespero estampados nos olhos daquela mãe, não há palavras para descrever.
A lei da vida devia seguir a ordem natural do tempo, custa-me a aceitar esta "justiça" que fustiga assim sem avisar.
Nunca nos lembramos que o tempo é finito...
Resta-nos viver intensamente, não desperdiçando o precioso tempo com pormenores que nos desanimam e nos corroem a felicidade. Retirar do dia que passa, todos os bons momentos, cheirar o dia e apenas recordar os bons odores, sentir o pulsar que cada instante com tamanha alegria, que quando o fim do dia chega temos a sensação da plenitude.
E no fim...chorar os que partem com saudade e lembrar com alguém disse..."Ninguém morre quando permanece nos corações dos que cá ficam"
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Porque os rapazes são tão diferentes...
Desde que o Santiago nasceu e principalmente desde que começou a interagir mais connosco, apercebi-me de como as brincadeiras e atitudes diferiam das que a Carolina tinha na mesma idade.Ao ler este livro fiquei a entender melhor as diferenças.

As diferenças funcionais entre o cérebro masculino e feminino explicam porque os rapazes e raparigas agem de maneira tão diferente. As brincadeiras, o desenvolvimento da fala e da locomoção, as atitudes mais violentas e viris, e até o comportamento escolar, baseiam-se quer nas diferenças entre os cérebros e genes. Um bom livro para percebermos melhor os nossos filhos e as suas atitudes tão díspares.

As diferenças funcionais entre o cérebro masculino e feminino explicam porque os rapazes e raparigas agem de maneira tão diferente. As brincadeiras, o desenvolvimento da fala e da locomoção, as atitudes mais violentas e viris, e até o comportamento escolar, baseiam-se quer nas diferenças entre os cérebros e genes. Um bom livro para percebermos melhor os nossos filhos e as suas atitudes tão díspares.
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
O princípio de tudo...(post um pouco longo)
Nunca escrevi sobre o dia em que a minha vida ganhou sentido e em que tudo o que relativo se tornou mais claro para mim. O dia do nascimento do Santiago.
Tinha acabado de completar as 38 semanas e dirigi-me para a minha primeira CTG. Com a mala pronta mas com a sensação de que ainda não seria naquele dia, até porque algumas das minhas colegas das aulas de preparação para o parto já iam na 3ª e 4ª CTG e regressavam. Mas depois da CTG fui para o consultório da minha médica que depois de me observar disse-me que eu iria ficar pois tinha o útero favorável para o nascimento. A enfermeira foi à sala de espera e disse à minha irmã para ir buscar o saco com as nossas coisas, ficou numa excitação tal pois nenhuma de nós esperava tal desfecho....mas felizes por finalmente irmos ter o nosso menino junto de nós.
Só tenho coisas boas a dizer do Hospital de Abrantes e a maneira como fui tratada por todo o pessoal, muito atenciosos e mantendo sempre o profissionalismo e a competência. O serviço têm, quanto a mim, a vantagem da parturiente estar sozinha numa sala (com o acompanhante) onde fazemos a dilatação, parto e recobro, nunca sendo necessário sair (excepto cesariana), ao contrário de outros hospitais. Entrei nessa sala às 11 horas, e depois de administrarem a ocitocina comecei com as contracções às 14 horas. A minha irmã teve nessa fase um papel extraordinário, pois como se propôs a assistir ao nascimento do Santiago, tinha assistido comigo às aulas e sabia bem o quanto é importante o apoio do acompanhante no sentido de nos manter concentradas na respiração e no equilíbrio emocional.
Depois as contracções foram crescendo de intensidade e dor e quando a médica veio para verificar disse que estava tudo a decorrer muito de pressa e que já não seria possível administrar a anestesia, pelo que sem anestesia, sem epidural às 16.43 nascia o meu conguito.
Foi um momento de emoção, o culminar de dia de sentimentos tão ambíguos que irá ficar sempre na minha memória.
Tinha acabado de completar as 38 semanas e dirigi-me para a minha primeira CTG. Com a mala pronta mas com a sensação de que ainda não seria naquele dia, até porque algumas das minhas colegas das aulas de preparação para o parto já iam na 3ª e 4ª CTG e regressavam. Mas depois da CTG fui para o consultório da minha médica que depois de me observar disse-me que eu iria ficar pois tinha o útero favorável para o nascimento. A enfermeira foi à sala de espera e disse à minha irmã para ir buscar o saco com as nossas coisas, ficou numa excitação tal pois nenhuma de nós esperava tal desfecho....mas felizes por finalmente irmos ter o nosso menino junto de nós.
Só tenho coisas boas a dizer do Hospital de Abrantes e a maneira como fui tratada por todo o pessoal, muito atenciosos e mantendo sempre o profissionalismo e a competência. O serviço têm, quanto a mim, a vantagem da parturiente estar sozinha numa sala (com o acompanhante) onde fazemos a dilatação, parto e recobro, nunca sendo necessário sair (excepto cesariana), ao contrário de outros hospitais. Entrei nessa sala às 11 horas, e depois de administrarem a ocitocina comecei com as contracções às 14 horas. A minha irmã teve nessa fase um papel extraordinário, pois como se propôs a assistir ao nascimento do Santiago, tinha assistido comigo às aulas e sabia bem o quanto é importante o apoio do acompanhante no sentido de nos manter concentradas na respiração e no equilíbrio emocional.
Depois as contracções foram crescendo de intensidade e dor e quando a médica veio para verificar disse que estava tudo a decorrer muito de pressa e que já não seria possível administrar a anestesia, pelo que sem anestesia, sem epidural às 16.43 nascia o meu conguito.
Foi um momento de emoção, o culminar de dia de sentimentos tão ambíguos que irá ficar sempre na minha memória.
O começo...
Quando iniciei a escrita no blog nunca tive a pretensão de ser lida pela comunidade bloguista. Fi-lo e faço-o para mim e para perpetuar alguns episódios, comentários e histórias que vou vivendo desde que sou mãe. A ideia era manter um pequeno diário para mais tarde recordar. Confesso que é um "registo" onde não me sinto muito há vontade e onde o jeito não é muito. Mas a vontade permanece e enquanto assim for vou continuando, nem que seja a espaços intermitentes.
A dificuldade de o calçar....
O miúdo têm um peito pé tão gorduchinho que vejo-me e desejo-me para lhe comprar uns sapatos.

No verão ainda consigo resolver a questão com as sandálias com tiras que se adaptam ao peito do pé mas sapatos fechados...é um drama. Comprei agora nos saldos uns sapatos da chicco mas já me conformei que sempre que for para os calçar vou ter que ter muita imaginação e paciência para o aguentar quieto o tempo suficiente para conseguir enfiar os sapatos.
No verão ainda consigo resolver a questão com as sandálias com tiras que se adaptam ao peito do pé mas sapatos fechados...é um drama. Comprei agora nos saldos uns sapatos da chicco mas já me conformei que sempre que for para os calçar vou ter que ter muita imaginação e paciência para o aguentar quieto o tempo suficiente para conseguir enfiar os sapatos.
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
O 1º aniversário está a chegar...
O primeiro aniversário do Santiago está a chegar e como tal já começamos os preparativos para a festa. É claro que nestas idades as festas ainda são mais para os pais e restantes convivas, do que para o aniversariante, mas é uma forma de festejarmos com os familiares e amigos este ano tão importante para nós. Fazendo as contas já temos 36 pessoas para o almoço e quase mais 20 depois para o lanche. Vamos ter que acondicionar todos no jardim e fazer um almoço buffet. Agora ando a escolher as ementas e aceito sugestões de receitas práticas, rápidas e saborosas
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
E do fim de semana resta uma valente dor de garganta
O Sábado até começou bem com um sol tremendo e aproveitei para ir às compras com eles mas como a Carolina apresentava sintomas que pareciam ser uma infecção urinária, pelo que depois de almoço lá fui com ela para o Hospital. Triagem, exames à urina e um tratamento de 7 dias e lá viemos nós para casa. Então ao final da noite começou-me a doer a garganta e comecei a ficar febril. Ataquei com paracetamol a pensar que se tratava de um inicio de gripe devido às constantes mudanças de temperatura de entrar e sair de locais com ar condicionada, a que confesso sou bastante sensível. Passei a noite com febres altíssimas que não baixavam nem por nada. O Domingo foi para esquecer, de "molho" com febre e sem conseguir me mexer. Na 2ª feira fui a custo ao SAP que me diagnosticaram uma Mononucleose Infecciosa e para arribar levei um injecção de penicilina. Só comecei a melhorar passado 12 horas e hoje já me sinto bem melhor. Mas desta história toda o que me custou mais foi ver o meu filho a chorar por mim e eu não poder dar-lhe mimos, nem beijos, nem brincar com ele. Partiu-me o coração...as dores físicas por muito fortes que sejam nós conseguimos suportar, mas as dores emocionais de uma mãe ...só quem passa sabe do que falo.
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
O protector solar
O pediatra do Santiago receitou um protector solar que é uma verdadeira maravilha e vou postar aqui- SOLONG. Têm "só" factor 20, mas dadas as suas propriedades únicas é mais do que suficiente. Basta pormos 30 minutos antes de sairmos de casa e o seu efeito prolonga-se por 8 horas, não sendo necessário andar sempre a repor. Não é pegajoso nem agarra as areias, o que com miúdos é sempre agradável. É claro que como não há bela sem senão, estas qualidades têm um preço.É um pouco mais caro do que os protectores "normais", custa 32 €. Mas juro que vale bem o dinheiro....
Os últimos dias...
Com os avós de férias no Norte para recuperarem a energia, o miúdo ficou com a minha irmã, que assumiu na plenitude a sua condição de madrinha (2ª mãe). Dela só se podia esperar essa atitude, sempre tão disponível.
Assim, o conguito têm ido para o escritório da tia "trabalhar" e têm se portado tão bem, que até dorme 2 horas de sesta no carrinho enquanto ela despacha uns assuntos antes das férias judiciais. E quando ela me repete "2 horas de sesta", eu penso...."será que ver os outros a trabalhar lhe dá sono?", e eu que não sou adepta de trazer trabalho para casa dou por mim a pensar se não será boa ideia trazer uns relatório para casa e trabalhar para ver se as sestas não são só meias horas.
Ao invés, a Carolina têm se portado tão mal e está naquela fase tão difícil, com imensas birras, ciúmes e choraminguises por coisas ínfimas que nem sei como reagir.
A mãe dela vêm no Domingo para a levar para férias, pode ser que sejam saudades ou falta de carinho da mãe e que regresse um pouco mais equilibrada.
Assim, o conguito têm ido para o escritório da tia "trabalhar" e têm se portado tão bem, que até dorme 2 horas de sesta no carrinho enquanto ela despacha uns assuntos antes das férias judiciais. E quando ela me repete "2 horas de sesta", eu penso...."será que ver os outros a trabalhar lhe dá sono?", e eu que não sou adepta de trazer trabalho para casa dou por mim a pensar se não será boa ideia trazer uns relatório para casa e trabalhar para ver se as sestas não são só meias horas.
Ao invés, a Carolina têm se portado tão mal e está naquela fase tão difícil, com imensas birras, ciúmes e choraminguises por coisas ínfimas que nem sei como reagir.
A mãe dela vêm no Domingo para a levar para férias, pode ser que sejam saudades ou falta de carinho da mãe e que regresse um pouco mais equilibrada.
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